Ajude a mulher do autor a viajar.
Esse post faz parte da campanha “Ajude a Mulher do Autor a Viajar” e tem como objetivo motivar meus milhões (?!) de leitores a adquirir o livro QUANDO O PODER CORROMPE, CORROMPE A NÃO MAIS PODER. A autoria da obra, para quem ainda não sabe, é do maridão da blogueira. E toda a renda será revertida em benefício da própria – que a transformará rapidamente em passagens aéreas.
Agora falando sério: pincei cinco ou seis frases das 600 que compõem o livro só pra dar uma mãozinha pro rapaz (mesmo porque uma mãozona já deu o Riq!).
Ah, como vocês vão ver, meu critério de seleção foi bastante coerente com o post: viagens, lugarejos, essas coisas.
- Costa Azul: Região de onde se costuma voltar no vermelho.
- Do sábado de carnaval até a quarta-feira de cinzas, o Rio de Janeiro pára. Da quarta-feira de cinzas até o sábado do carnaval seguinte, o Rio de Janeiro continua parado.
- A diferença entre São Francisco e Nápoles é que, em São Francisco, se você esquecer um celular e um livro no carro, é provável que roubem o livro. Em Nápoles, é certeza que levam o carro.
- Por que é que, nos desembarques aéreos, chegam primeiro as malas das pessoas que chegam por último?
- Na Itália, horário comercial é o período de tempo em que as pessoas estão esperando ou digerindo o almoço.
- O coqueiro sempre esteve ligado à idéia de preguiça tropical: não é de admirar que ele seja uma das poucas árvores que produzem sombra e água fresca.
- Atenção, pelegrino: se a coincidência toponímica quer dizer alguma coisa, é para Santiago do Chile, não de Compostela, que os céus esperam que tu Andes.
- Não se deixe iludir pelos falsos privilégios: a primeira fila da classe econômica é tão classe econômica quanto a última.
Tá bom, não foram seis frases: foram oito. Mas ainda existem outras 592 à sua espera. E eu já estou arrumando as malas…










































