Briga virtual, amizade real.

Antes mesmo de conhecer o José Eduardo, eu já tinha brigado com ele. Explico: no mais puro estilo deixa-que-eu-chuto, eu me meti (de inxerida, mesmo!) numa discussão virtual dele com uma pessoa que comentava no blog do VnV. E, como todo mundo que se mete no meio de algo que não lhe diz respeito,  eu não sabia exatamente o que estava em jogo – e, como consequência, dei um mega fora.

Felizmente o Zé não guarda rancores e, depois que me desculpei, o mal-entendido inicial deu lugar a uma amizade no éter (não usei “virtual” pra evitar a rima).

Bom, o tempo passou e finalmente pintou a possibilidade de um encontro em Boston – metade do caminho entre Vermont, onde ele mora, e NY, onde moro eu. Pra unir o agradável ao útil, aproveitei pra marcar algumas reuniões de trabalho na cidade.

E foi a caminho de uma delas (quem diria) que dei de cara com o Zé, a Debora e o Pedro tomando lanche! Existe coincidência maior? Quer dizer, encontro marcado para o fim da tarde e a gente se cruza sem pré-aviso no meio do dia!!  Acho que era mesmo para acontecer.

Boston1

Abraços, apresentações e a confirmação: jantar no fim do dia em Cambridge, no Henrietta’s Table. Um restaurante que, usando ingredientes 100% orgânicos, consegue agradar 100% dos clientes, sejam eles vegetarianos, carnívoros, amantes do vinho ou da cerveja. As sobremesas, então, são daquelas que não deixam nada sobre(a)mesa.

Henrietta

Foi nessa atmosfera que falamos de tudo e de todos (falando sempre bem, é claro…). E marcamos um eventual encontro em Vermont no início do outono, quando as folhas vão do verde para o amarelo, para o ferrugem, e finalmente para o chão (esperamos chegar lá, é claro, antes desse último estágio).

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