A 5a. Avenida ficou (ainda) mais doce!

A Lindt acaba de inaugurar, no lado ímpar da 5a. Avenida, o que alguns veículos chamaram de sua “flagship chocolate boutique”.  Bom, mais do que depressa fui lá conhecer. Não, não foi bem assim. Na verdade, passei lá a caminho do teatro. Ainda bem, porque se tivesse ido especialmente teria voltado frustrada.

 

Não que a loja não tenha todas as delícias que o tradicional chocolatier suíço costuma produzir, mas simplesmente porque de “flagship” o endereço não tem nada. É simplesmente mais uma das cinquenta e tantas lojas que a empresa mantém no país. Bem fornida, bem sortida, mas nada de diferente.

 

Flagship ou não, a notícia importante é que agora você tem Lindt nos dois lados da 5a. Avenida: a “antiga” no lado par (número 692); e a nova no lado ímpar (número 665). O que significa que vai ser mais difícil resistir à tentação, pois meu truque de andar só no lado ímpar acaba de ir para o brejo… :wink:

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Paris fazendo escola…

Alguns anos atrás, o prefeito de New York visitou a França para conhecer a experiência parisiense com as bicicletas compartilhadas. Segundo ele, o sistema não seria adequado  para o traçado urbano de New York. E a coisa ficou por aí. Mas não é que, por algum motivo ou fato novo, o Bloomberg mudou de idéia? Em julho, as primeiras 420 dock-stations serão inaguradas em Manhattan.

 

No total, serão 600 bike-share stations, com um total de 10.000 bikes. A maior “frota” de bicicletas compartilhadas dos Estados Unidos e uma das maiores do mundo. Nas seguintes áreas: Midtown, Lower Manhattan, Brooklyn, e futuramente parte do Queens.

 

Como funciona? Infelizmente, via membership: você terá que pagar $ 95.00 por ano para poder usar as duas-rodas quantas vezes quiser, mas nunca mais de 45 minutos por vez. Superado esse tempo, o usuário terá que pagar extra.

 

Mas se é membership, não entendi como é que a coisa deverá funcionar para os turistas! Uma grande interrogação, enfim. Outra é a que vem dos moradores da ilha, já que as stations vão roubar ainda mais parking spaces.

 

Espero que tudo isso se resolva, pois a idéia é ótima e já provou que funciona em inúmeras cidades nos cinco continentes. Todo mundo pedalando, fazendo exercício, e poupando o planeta. Eu também entraria nessa mas, por mais que tenha pesquisado, ainda não encontrei confirmação de que triciclos também serão disponibilizados… :wink:

 

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Restaurante Chinês bom e bonito.

Foto comprada na Dreamstime ®

Como vocês provavelmente já saibam, há milhares e milhares de chineses cursando as várias IT schools dos Estados Unidos. Milhares! Mas infelizmente parece não haver muitos interessados em escolas de gastronomia. Pelo menos é o que se conclui olhando a reduzida lista de chefs e restaurantes chineses na cidade. Bons resturantes, quero dizer, e não botecos incompetentes e anti-higiênicos.

 

Por tudo isso, é com muito apetite, ou melhor, é com muita alegria que passo a falar do Café China, que há alguns meses abriu suas portas na East 37, entre a 5a. Avenida e a Madison. O primeiro impacto é a decoração, cujo tema é Shangai antes da Segunda Guerra. O segundo é a qualidade do cardápio do chef Lu Ziqiang. Cozinha Sichuan, portanto um pouco spiced. Mas só um pouco, para você não perder o sabor dos demais ingredientes.

 

São 75 itens no cardápio: do dim-sum (yummy!) ao pato, passando por coelho, porco, tofu, noodles, vegetais, etc. Com destaque para o tradicional molho ma la e o mapo tofu. Não sou fã de nenhum dos dois, mas os jornais só têm tecido elogios a esses dois staples da cozinha de Sichuan. Para mim, o importante mesmo é ter mais um bom restaurante chinês na ilha. Além de saber que eles têm dim-sum, é claro… :wink:

 

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E dá-lhe chocolate!

Como se já não bastasse a super-hiper-deliciosa loja da Lindt na 5a. Avenida para levar para o brejo qualquer tentativa de dieta, chega a Manhattan uma imensa flagship store da famosa Neuhaus de Bruxelas.

 

Não sou grande fã de chocolate belga, mas não posso deixar de reconhecer que eles sejam bons no assunto. Na verdade, cerveja e chocolate é com eles mesmos. Estão aí o Godiva e a Stella Artois que não me deixam mentir.

 

Mas voltemos ao Neuhaus, a marca que praticamente inventou os pralines de chocolate duro por fora e cremoso por dentro. No começo, era só chocolate. Mas com o tempo começaram a inventar: hoje você encontra variações sazonais de raspberry, strawberry e demais berries…

 

Na nova loja, as inovações não param aí. O chocolatier oferece também variedades que fazem um par perfeito com vinho, chocolate ou chá. Enfim, o requinte do requinte. E a dieta que se dane…

 

Meninas e meninos, anotem o endereço. Ou, munam-se de coragem, e não anotem….

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Nem abriu e já é famosa!

A boutique Fivestory só vai abrir suas portas – e que portas! – dia 19 de abril. Numa town house da rua 69, no lado east, é claro. Roupas e acessórios masculinos e femininos top de linha. Luxury stuff, como se costuma dizer. Além de coisinhas, por assim dizer, para a casa e o bebê.

 

O nome é Fivestory, mas os andares parece que são só dois: subindo, adultos; descendo, casa e pimpolhos. Artigos importados, principalmente de Londres e Paris. A ideia é surpreender com peças exclusivas e de extremo bom gosto.

 

Vamos ver. Por enquanto, o que se pode fazer é elogiar a coragem de abrir uma boutique, por diferente que seja, numa época difícil e numa das áreas com mais boutiques por metro quadrado da ilha de Manhattan… :wink:

 

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Um restaurante chinês para gente grande. Quer dizer, para bolso grande.

Como o abrindoobico já tinha antecipado aqui, acaba de abrir as portas em Manhattan o sofisticado Hakkasan. Essa badalada griffe chinesa foi criada em Londres e se esparramou pela Ásia e Oriente Médio. Agora, com uma escala em Miami Beach, chega finalmente a New York. Na 311W 43rd Street. Quer dizer, no meio da bagunça de Times Square.

 

Mas é só entrar no Hakkasan para o clima mudar. Tudo de muito bom gosto, a começar da decoração. Dizem que a casa gastou em torno de 10 milhões de dólares num espaço que acomoda 200 pessoas. Um dinheiro que obviamente eles esperam receber de volta.

 

E pelos preços do cardápio, a coisa não vai demorar muito. Sério, tem prato chegando perto dos mil dólares! Estamos fora, certo? Mas há alternativas: o que o menu chama de Small Eats. De fato, se ficarmos nessa seção do cardápio, dá até para encarar. Mas não sai barato, não.

 

Então fica aí a dica. E como li recentemente que o “experiential consumer” (que está mais interessado em adquirir sensações) é mais feliz do que o “materialistic buyer” (que só quer comprar stuff), talvez seja mesmo o caso de reservar o Hakkasan. Como já diziam nossos sábios avós: mais vale um gosto do que seis vinténs…

 

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O Bloomberg pediu um taxi. Um brasileiro atendeu.

Foto gentilmente surrupiada da NYCTLC.

O novo taxi da cidade de New York só vai estar nas ruas no outono de 2013, mas você poderá vê-lo no New York International Auto Show, que acontece no Javits Center de 6 a 15 de abril. E se você está se perguntando o que tem a ver o novo taxi com o abrindoobico, já explico.

 

Apesar de ser gênero de primeira necessidade em Manhattan, a frota de taxi da cidade deixa muuuuuuito a desejar. Veículos sujos, caindo aos pedações e, além disso, inadequados. Quem fica com todo o espaço é o motorista. O pobre do passageiro, que paga a conta, tem que se contentar com 30 centímetros de espaço para acomodar as pernas. Portanto, a notícia de um novo taxi para a cidade tem que ser espalhada aos quatro ventos, acompanhada de muitos aplausos. Mais aplausos, por favor.

 

Mas isso não é tudo. Quer dizer, há um outro dado que fez o blog se interessar pela notícia. O taxi que venceu a dura concorrência lançada pelo prefeito Bloomberg, pasmem vocês, não é de nenhuma montadora americana. É um veículo Nissan. Japonês, portanto. Agora, quem é que está no comando da Nissan? Aliás, quem é que está no comando da Nissan e da Renault? O brasileiro Carlos Ghosn, que dia 3 de abril abre oficialmente o salão ao lado do bilionário prefeito.

 

Enfim, uma boa notícia para os brasileiros de qualquer parte do mundo que fazem a linha “por que me ufano”. Mas melhor ainda para os brasileiros que moram em New York e dependem desse meio de transporte. Valeu, Carlos.

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É chinês, é minúsculo, e tem fila na porta.

Sabe o que acontece quando um dos melhores chefes chineses de Manhattan se junta com um dos melhores restaurateurs do pedaço? Surge um restaurante como o RedFarm. Uma graça de lugar e, o que é mais importante, com um cardápio que está atraindo multidões. Tá bom, “multidões-inhas”. Já aviso que não é um chinês tradicional. O chef Joe Ng (exato, o sobrenome não tem vogal) é criativo demais para se ater à cozinha tradicional.

Tirando isso, o que você encontra no RedFarm são os mesmos features que costumamos encontrar em Chinatown, que aliás não fica muito distante da nova casa: dumplings, duck, rice, noodles, etc. Só que feitos com extrema competência e com ingredientes que fazem você se surpreender um pouco com o lado direito do cardápio. Mas é a velha história: qualidade custa mais caro.

É só se munir de coragem (pois a casa não aceita reserva), bater ponto bem cedo, e depois de deliciar com as criações do Ng (para mim, parece que falta alguma letra no nome). A começar do Dim Sum. Na verdade, eu começaria e terminaria com o Dim Sum… :wink:

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