Bloomingdale’s incluída na diária!

Olha aí, pessoal.  Uma dica para quem está no mode consumo, o que deve incluir mais ou menos 80% da população brasileira.  O Hyatt Hotel, da Lexington com a E48th, criou uma promoção chamada Bloomie’s Shopping Package que é digna de nota.  Ou, no mínimo, digna de uma notinha aqui no abrindoobico.

Você se hospeda no hotel, que tem uma kitchenette em cada apartamento, com todas as vantagens que isso possa oferecer (imagine comprar umas comidinhas no Eataly…), e ainda ganha o pacote da Bloomingdale’s que, aliás, fica a uma walking distance do seu apê.

O que consta do pacote? Vamos lá: um gift card de $50.  Uma consulta com o personal shopping consultant da loja. Uma carteira VIP de couro, recheada com ofertas e presentes.  Um all-day savings pass que lhe dá 15% de desconto durante sua estada e um brinde especial se você gastar mais de $300.  Ah, sim, também tem delivery grátis no hotel. E para aliminar o cansaço provocado pelas inúmeras compras, você ainda ganha uma soothing hand and arm massage no spa Jo Malone.

De volta ao hotel, as mordomias continuam: café, chá e snacks grátis o dia todo no Lexington Lounge.  E dicas de compras da cidade inteira por um concierge escolado no assunto.

A promoção do Bloomie’s Shopping Package vai até o final do ano, mas eu não esperaria muito para decidir.  Sabe por quê? Enquanto você pensa, já tem outro brasileiro ligando para o hotel…  :wink:

 

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Nem abriu e já é famosa!

A boutique Fivestory só vai abrir suas portas – e que portas! – dia 19 de abril. Numa town house da rua 69, no lado east, é claro. Roupas e acessórios masculinos e femininos top de linha. Luxury stuff, como se costuma dizer. Além de coisinhas, por assim dizer, para a casa e o bebê.

 

O nome é Fivestory, mas os andares parece que são só dois: subindo, adultos; descendo, casa e pimpolhos. Artigos importados, principalmente de Londres e Paris. A ideia é surpreender com peças exclusivas e de extremo bom gosto.

 

Vamos ver. Por enquanto, o que se pode fazer é elogiar a coragem de abrir uma boutique, por diferente que seja, numa época difícil e numa das áreas com mais boutiques por metro quadrado da ilha de Manhattan… :wink:

 

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Só dá Brooklyn!

Gentilmente surrupiado do amigo de todas as horas, Google.

Parece provocação mas o que posso fazer se tudo o que acontece de mais importante em New York nas áreas gastronômica e de shopping, está acontecendo no Brooklyn?!  Na verdade, a única coisa que posso fazer é curvar-me às evidências. E talvez rever aquela história de “I don’t do boroughs”. Afinal, a frase já ficou mais velha do que a série que lhe deu origem. Sex & the City, para quem não se lembra.

 

Mas sem perder o fio da meada: é só folhear as revistas e jornais que se ocupam do assunto para constatar que só dá Brooklyn. Melhor papelaria? Brooklyn. A Paper Source, que eu conheço de Georgetown. Melhor loja de sapatos, digamos, acessíveis? Brooklyn. A Shoe Market, que expõe mais de 50 marcas para não fazer feio em lugar nenhum.

 

Melhor loja de moda para homens? Brooklyn. A Goose Barnacle, cuja seleção de marcas é baseada em qualidade e durabilidade. A lista continua. Melhor loja de jeans? Brooklyn. A Brooklyn Denin Company, que trabalha com mais de 30 griffes e tem tudo organizadinho por marca, índice de desbotamento (se é que existe a expressão), e caimento (ou fit).

 

E olha que ainda não falei de restaurantes… O que tem pipocado de coisa boa por lá não é brincadeira. Sem falar dos clássicos. Peter Luger em primeiro lugar. Nada contra as churrascarias ditas brasileiras, mas a costela do Peter é para a tirar a gente do sério. E entre os novos locais, que tal um duplamente estrelado pelo Michelin? Estou falando do Brooklyn Fare… que o abrindoobico já tinha citado no passado. Isso para citar apenas um. Na verdade, são mais de 700 os locais dignos de nota no Brooklyn.

 

Quer dizer, o bairro está com tudo e não está prosa. Resultado? Vamos ter que tomar o metro B com mais frequência e esticar até o bairro que é três vezes maior do de Manhattan. E que começa a superar Manhattan também nas atracões.

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Em New York as grandes lojas têm de tudo, inclusive restaurante.

Este post é só para lembrar quem já sabe – e informar quem ainda desconhece – que as grandes lojas de departamentos de Manhattan não têm apenas cafeterias e praças de alimentação. As grandes lojas, as grandes grandes mesmo, possuem todas (tá bom, quase todas) um senhor restaurante. A começar pelo oitavo andar da Saks: o Cafe SFA. Que, além de um competente cardápio, tem vista para o rooftop garden do Rockefeller Center e para a Saint Patrick’s Cathedral.

 

Prefere a Bloomingdale’s? É só “pegar” o Le Train Bleu, que fica entre o sexto e o sétimo andares. Como o nome deixa imaginar, trata-se de um vagão restaurante estilizado. O cardápio não é nenhum Orient Express mas, como se costuma dizer, dá perfeitamente para o gasto.

 

Na Macy’s, como todo mundo já sabe, estamos mais para praça de alimentação, mas o Cellar Bar & Grill serve um honesto hamburger. Além de hot dogs com salsichas do tamanho de uma bengala…

 

Subindo do basement, e principalmente de nível, temos em seguida o Fred’s da Barneys New York. Lugar bonito, gente bonita, cardápio sofisticado, onde se destaca (iéqui!) o sanduíche de lagosta.

Subindo mais ainda de nível, vamos para a Bergdorf Goodman que, segundo a crítica, possui os dois melhores department store restaurants da ilha: o BG no sétimo andar, com vista para a 5a. Avenida e o Central Park; e o Goodman’s que, embora fique no basement, é considerado o number one da casa.

Se o Goodman’s estiver cheio, como costuma acontecer, uma dica é atravessar a rua para a Bergdorf Goodman men’s store e sentar no Bar III. O cardápio é o mesmo e raramente há espera.

Quem falta? Ah, a Lord & Taylor. A loja já teve restaurante próprio no passado, mas mais recentemente decidiu passar a bola para a cadeia Sarabeth’s. Nada de excepcional mas perfeitamente encarável.

E a Century 21? Que eu saiba, não tem restaurante. E, com todo o respeito que a casa merece pelos inestimáveis serviços prestados à comunidade brasileira, acho melhor mesmo que não tenha…

 

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A coisa está preta, mas a Black Friday promete.

Quando vários websites se autoproclamam o “website oficial disso ou daquilo”, na verdade nenhum o é. E é exatamente o que acontece com os vários websites oficiais da Black Friday que se aproxima. Aqui também nenhum o é.

 

Na verdade, o que existe são websites bons e menos bons. Eu ficaria com este. Além da contagem regressiva (da qual, é claro, ninguém precisa) você vai encontrar centenas de informações, dicas, pré-ofertas, anúncios “vazados” (alguém ainda acredita nisso?) e muito mais.

 

Você pode estar se perguntado: mas precisa? Bom, a essa altura é claro que todo mundo já desenvolveu uma certa cultura de Black Friday. Mas não deixa de ser útil saber, por exemplo, os horários malucos que as lojas vão fazer.  E está tudo lá. Além de uma longa relação loja a loja, com amostras do que virá por aí.

 

E para os realmente fanáticos por Black Fridays, o site oferece a comodidade de um iPhone app. Quer dizer, você vai receber dicas em real time e vai chegar na frente da multidão. Bom, em teoria é isso.

 

Outra alternativa é comprar online no recesso do seu lar. Vantagens? Você não vai passar frio esperando que as lojas abram. Nem vai correr o risco de ser pisoteado por aquele cidadão que, não interessa quão preta esteja a situação, não vai deixar a Black Friday passar em branco.

 

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Pulgas em New York. Quer dizer, mercado das pulgas.

Verão chegando, todo mundo saindo da toca. Já começou a ciranda de street fairs e flea markets nos vários boroughs da cidade. Na teoria, é uma iniciativa elogiável: é como se a moderna metrópole fizesse um passo atrás no tempo. Artesãos (será?) e mercantes ganham as ruas para vender seu peixe – que pode ser tudo: de comer, de vestir, de beber, de expor, etc, etc. Dizia, na teoria é legal. Mas, na prática, mon bon dieu! A cidade enlouquece. Ônibus são desviados. O transito pára completamente. Os taxis desaparecem. E os insultos voam em cada esquina. Isso sem falar do cheiro que invade os quarteirões…

Bom, dito isso, vocês já perceberam que não sou muito fã das street fairs  mas dos flea markets eu gosto, sim. Quer dizer, fuçar um pouco, enquanto o sol ainda está baixo. Os principais:

THE ANTIQUES GARAGE: 112 W com a 25th (entre a Avenida das Americas e a 7a. Avenida). Sábado e domingo, as 9:00 às 17:00.

GREENFLEA MARKET: Columbus Avenue altura da 77th Street. Domingo, das 10:00 às 17:45.

HELL’S KITCHEN FLEA MARKET: 39th, entre a 9th 2 10th Avenues. Sábado e domingo, das 9:00 às 17:00.

HESTER STREET FAIR: Hester e Essex Streets. Sábado, das 10:00 às 18:00.

WEST 25TH STREET MARKET: 25th entre Broadway e Avenue of the Americas. Sábado e domingo, das 9:00 às 17:00.

BROOKLYN FLEA, FORT GREENE: 176 Lafayette Avenue (entre Clermont and Vanderbilt Avenues). Sábado, das 10:00 às 17:00.

BROOKLYN FLEA, WILLIAMSBURG: 27 North Sixth Street (entre Kent Avenue e o East River). Domingo, das 10:00 às 17:00.

Pra terminar, um velho ditado: para quem está com coceira de comprar alguma coisa, nada melhor do que um mercado das pulgas…

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Sai a Barnes & Noble, entra a Century 21.

Low cost chega ao Lincoln Center

Já registrei aqui no blog minha, vamos dizer assim, aversão às mega-livrarias. Mas, convenhamos, é sempre  melhor uma mega-livraria do que uma ponta-de-estoque. Digo isso porque a icônica Barnes & Noble do Lincoln Center vai fechar as portas no começo do próximo ano. Venceu o contrato do prédio, o proprietário deve ter pedido mundos e fundos pela renovação, e à livraria não restou outra saída senão o fechamento.

Em quem virá em seu lugar? Tchan, tchan, tchan, tchan… Ninguém menos do que a loja rainha do desconto: a Century 21. Exato, no lugar de prateleiras de livros, araras de roupa. E dá-lhe roupa! Tenho certeza que muita gente vai ficar feliz com a troca. Mas confesso que estou triste. Mesmo que fosse uma mega-livraria, era sempre uma livraria. E livro, até onde eu sei, continua sendo um artigo muito mais essencial do que moletom…

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Nada é sagrado.

Mais um templo do consumo.

Numa cidade em que tudo se transforma, é óbvio que as transformações têm que ser sempre mais grandiosas e/ou originais. A eterna necessidade de empurrar os limites éticos, estéticos e quetais.

Tudo isso pra dizer que a cidade acaba de atingir mais um “breaktrhough”. Desta vez foi uma igreja que cedeu lugar para um shoppingzinho. Cedeu lugar, não. A igreja continua inteirinha lá – mas, em vez de fiéis, o que ela abriga agora são consumidores.

A Mari já tinha cantado esse salmo, quer dizer, essa bola aqui. E eu estava esperando o fim de semana chegar (proletariado, entende?) pra poder conferir pessoalmente.

Oremos? Não, compremos.

De fato, é uma idéia original.  E, de fato, ficou simpático. Mas, como o espaço era pequeno, as lojas tiveram que fazer milagre (epa) pra caber tudo. Só para dar uma idéia: a Havaianas, que aqui vende como água, teve que se contentar com um estandezinho não maior do que um genuflexório…

Tudo muito bonitinho (notaram a ênfase no “inho”?) e com algumas áreas ainda a serem inauguradas. Na sacristia, por exemplo, eles seguramente vão abrir uma loja de vinhos (tá bom, essa foi infame). Mas no fim e no fundo a impressão que fica é que, quando crescer, o Limelight Market quer ser o Chelsea Market.

Bom, eu tinha mais uma piadinha pra esse contexto de igreja, mas o texto acabou antes. Que sacro!

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