New York: o lixo e o luxo.

O verão começou com tudo em New York. E o que me faz concluir isso, mesmo que eu fosse imune à subida do mercúrio – coisa que infelizmente não sou! – dizia, o que me faz concluir isso é a sujeira que já se acumula nos pontos mais frequentados da cidade. Ontem, por exemplo, fui ao teatro. Theatre District, portanto. Ou, mais popularmente, Times Square. Bom, além das zilhões de pessoas circulando na área, já estava lá, indefectível, uma das dezenas de feirinhas de verão. O estado em que se encontrava a rua, em torno de 7 da noite, era indescritível. Os containers de lixo nas esquinas, então, eram  montes de lixo com um container dentro…

 

Não quero dar uma de patrulheira, mas é impossível evitar comparações. E não precisa escolher muito, não. São Paulo, Tóquio, Paris, Madri, Lisboa, etc, etc. Qualquer uma dessas capitais dá banho numa comparação com a Grande e Suja Maçã. Sim, eu sei que receber mais de 10 milhões de commuters por dia não é fácil. Sim, eu sei que receber mais de 50 milhões de turistas por ano não é fácil. Mas sei também que a grana que esse pessoal todo põe aqui seria mais do que suficiente para manter a casa em ordem. Ou melhor,  a casa limpa. Sem falar na grana preta que a gente paga de imposto.

 

Manhattan infelizmente é isso: a limpeza imaculada de certas áreas (vai-se entender por que…) alternando com a imúndicie de várias outras. Às vezes, ando de manhã em Sutton Place, perto da casa do secretário geral da ONU. Me pergunte se tem sujeira na rua? Não só está sempre tudo limpo como a gente ainda cruza com garis de vassoura e aspirador nas mãos. Então, seo Bloomberg, é só levar esse serviço para as áreas que mais precisam! Ah, sim, aproveite e dê uma geral no metrô também.

 

New York sem dúvida continua a ser a capital do mundo, ainda transbordando de luxo em várias áreas. Mas o desleixo tem aumentado e infelizmente não dá mais para esconder embaixo do tapete. Feio isso. Mais ainda para um prefeito bilionário que está cumprindo seu terceiro (exato, terceiro) mandato. Acorde, seo mayor! :shock:

 

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Em New York as grandes lojas têm de tudo, inclusive restaurante.

Este post é só para lembrar quem já sabe – e informar quem ainda desconhece – que as grandes lojas de departamentos de Manhattan não têm apenas cafeterias e praças de alimentação. As grandes lojas, as grandes grandes mesmo, possuem todas (tá bom, quase todas) um senhor restaurante. A começar pelo oitavo andar da Saks: o Cafe SFA. Que, além de um competente cardápio, tem vista para o rooftop garden do Rockefeller Center e para a Saint Patrick’s Cathedral.

 

Prefere a Bloomingdale’s? É só “pegar” o Le Train Bleu, que fica entre o sexto e o sétimo andares. Como o nome deixa imaginar, trata-se de um vagão restaurante estilizado. O cardápio não é nenhum Orient Express mas, como se costuma dizer, dá perfeitamente para o gasto.

 

Na Macy’s, como todo mundo já sabe, estamos mais para praça de alimentação, mas o Cellar Bar & Grill serve um honesto hamburger. Além de hot dogs com salsichas do tamanho de uma bengala…

 

Subindo do basement, e principalmente de nível, temos em seguida o Fred’s da Barneys New York. Lugar bonito, gente bonita, cardápio sofisticado, onde se destaca (iéqui!) o sanduíche de lagosta.

Subindo mais ainda de nível, vamos para a Bergdorf Goodman que, segundo a crítica, possui os dois melhores department store restaurants da ilha: o BG no sétimo andar, com vista para a 5a. Avenida e o Central Park; e o Goodman’s que, embora fique no basement, é considerado o number one da casa.

Se o Goodman’s estiver cheio, como costuma acontecer, uma dica é atravessar a rua para a Bergdorf Goodman men’s store e sentar no Bar III. O cardápio é o mesmo e raramente há espera.

Quem falta? Ah, a Lord & Taylor. A loja já teve restaurante próprio no passado, mas mais recentemente decidiu passar a bola para a cadeia Sarabeth’s. Nada de excepcional mas perfeitamente encarável.

E a Century 21? Que eu saiba, não tem restaurante. E, com todo o respeito que a casa merece pelos inestimáveis serviços prestados à comunidade brasileira, acho melhor mesmo que não tenha…

 

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New York é “um barato”!

Dedico este post aos queridos Denise Mustafa e Claudio Sena que desembarcam na Big Apple nos próximos dias.

 

 

Se você está lendo este texto com a esperança de descobrir lugares novos e descolados para passar as festas em NY, sugiro que você pare por aqui.

 

Mas se a idéia é saber como curtir a cidade com os olhos e não com o cartão de crédito, você está no lugar certo.

 

Na minha opinião, e na de alguns milhões de outras pessoas, o fim de ano é quando New York dá o melhor de si. Exigindo, é claro, a respectiva contrapartida que é fazer você levar a mão ao bolso o mais frequentemente possível. Mas que ela fica bonita, isso fica: toda enfeitada só esperando você chegar. Você e o Papai Noel, obviamente.

 

De qualquer maneira, como disse lá em cima, o objetivo deste post é fazer com que sua mão e seu bolso se encontrem só de vez em quando. Então vamos começar: para entrar no clima, recomendo um passeio na 5a. Avenida, começando no cruzamento da 57th street, onde está pendurado o floco de neve mais conhecido do mundo. Caminhando no sentido do tráfego, curta as luzinhas e as vitrines das lojas. Uma paradinha no Rockefeller Center, para ver a árvore da NBC, é necessária. E para registrar na sua agenda que você não pode deixar de esquiar também.

 

Aí aproveite que ainda não é a noite de Natal nem de Ano Novo e dê uma entradinha para conhecer a St. Patrick’s Cathedral. Saindo desse templo, pare num dos mais tradicionais templos de consumo da cidade, a Saks 5th Avenue, e limite-se a ver as lindas montagens natalinas das vitrines.

 

Continuando na 5a. você chegará ao Bryant Park, que é um dos mais charmosos da cidade. Ele fica atrás do imponente prédio da New York Library e, nessa época do ano, hospeda a feirinha de Natal mais simpática da ilha. Sei que alguns irão questionar essa afirmação, defendendo o mercadinho da Union Square. Nenhum problema. Mas com minha longa experiência de colecionadora de Papai Noel, sustento categoricamente:  a feirinha do Bryant Park é melhor!

 

Depois de curtir as várias barraquinhas, saia pela 42nd Street, direção west, e ande até o coração da cidade: o Times Square. Ali, pare um momento para relembrar as dezenas de filmes que usaram este cenário e sinta-se mais próximo de todos eles.

 

Curiosamente, entretanto, o que você não vai econtrar na iluminação feérica do pedaço é  Papai Noel. E, como a essa altura do campeonato você já percebeu que tenho uma  certa queda pelo velhinho, sugiro visitarmos outra freguesia. O que pode perfeitamente ser feito no dia seguinte: alugue uma bicicleta e vá passear no Central Park. Com sorte (ou azar, pois escorrega pra burro) terá nevado e você poderá curtir o lençol branco que mamãe natureza providenciou.

 

Saindo do parque, vá até o Lincoln Center. Além de respirar arte, você poderá visitar a feirinha, a lojinha (lojinha é modo de dizer), sentar displicentemente na rampa que se sobrepõe ao novo restaurante e, como não?, clicar fotos e mais fotos.

 

E como até agora você foi muito contido nos gastos, sugiro uma escalada ao Top of the Rock para uma das vistas mais bonitas da cidade. E, antes que alguém pergunte, já adianto a resposta: sim, eu prefiro o Top of the Rock ao Empire State. Mas claro que é uma questão de gosto pessoal. Sem citar o fato de poder comprar pela internet e reservar horário, em vez de ficar hooooras esperando na fila e no frio…

 

Citei meia dúzia de lugares, manjados como se costuma dizer, mas que ninguém se cansa de visitar. Além deles, é claro, existem infindáveis alternativas do que fazer nessa que é a capital do mundo. Meio abatida pela crise, é verdade, mas sempre capital.

 

E se, em suas caminhadas, você encontrar o Papai Noel, não esqueça de perguntar se ele já recebeu minha cartinha. E me avise, é claro…

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Como enfrentar o calor no inverno de New York?

Não é engano, não.  Estou falando da diferença térmica que existe, durante o inverno na Big Apple, entre a rua e as lojas, restaurantes, cinemas, teatros e quetais. Uma hora estamos na rua, com o mercúrio escondidinho lá embaixo na casinha dele.  No momento seguinte, entramos numa loja com o termômetro bombando. E aí saímos de novo para o Polo Norte da 5a. Avenida. E entramos de novo para a zona equatoriana de uma Macy’s da vida. E por aí afora. Dentro, fora. Dentro, fora. De 5 negativos para 25 positivos. And back again to minus 5…

 

Quer dizer, ninguém aguenta.  A não ser que…e aqui entra a modesta sugestão do abrindoobico, baseada em anos de convivência com as intempéries norte-hemisféricas (existe isso?). Muito simples.

 

Primeiro de tudo, risque, cancele, delete de sua bagagem os inadequados ítens de vestuário tão ao gosto dos brasileiros: jeans e tênis.  Superada essa resistência, tudo fica mais simples.

 

Aí vai o kit básico:

. camiseta manga comprida ( alô, Hering!);

. sweater fininho (atenção, UniQlo!);

. casaco de couro forrado ou (mais leve e mais barato!) casaco tipo edredon ( você vai parecer mais gordo/a, mas vai se proteger que é uma beleza); North Face, anyone?

. écharpe, também de cashmere;

. luvas de couro forradas;

. chapéu/gorro ou, no mínimo, protetor de orelhas (não saia de casa sem ele!);

. botas com meias confortáveis.

 

Vestido/a assim, é a maior moleza driblar as oscilações do termômetro. Claro que tem sempre a parte chata de tirar e por. Mas é sempre melhor do que não ter o que por na rua, porque o que você veste é insuficiente; ou do que não ter o que tirar na loja sem arriscar uma seminudez involuntária.

 

Aceito feedbacks e sugestões: o inverno está virando a esquina, mas ainda temos tempo para discutir.  Como disse, minha fórmula tem funcionado, mas seguramente não é a única. Quem se habilita?

 

Só não vale sugerir álcool…

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Lower Manhattan, cada vez mais Upper.

Dez anos depois do ataque terrorista às torres gêmeas, a Lower Manhattan está vivendo um verdadeiro renascimento. Basta ver o espaço que ela tem ocupado nas páginas de turismo, entretenimento ou culinária. O abrindoobico, sempre ou quase sempre atento, pinçou um ramalhete (bonito!) de opções menos conhecidas da assim chamada Baixa Manhattan.

Vamos começar por um passeio de barco, mas não os manjados Circle Line. Nesse  aqui, você veleja 90 minutos em volta da ilha na réplica de uma escuna do século XIX. A saída é na South Street Seaport. 

Dependendo da hora do dia, seu segundo programa pode ser cultural ou etílico. O cultural fica por conta do injustamente pouco lembrado National Museum of the American Indian, que cobre a América como um todo. Situado próximo do Battery Park, só o prédio já é um espetáculo. E o mais curioso é conhecer um pouco dos índios Lenapes, que venderam “Manahatta” para os europeus… a preço de banana.

Mais para o fim do dia, a pedida é o happy hour da Stone Street. É como se você estivesse numa cidade de praia sem praia. Mesas na calçada, mesas na rua, mesas em qualquer lugar onde couber uma mesa. E centenas de profissionais do mercado financeiro, às vezes comemorando, às vezes afogando as mágoas de alguma queda do Dow Jones.

Se você se entusiasmou ou se entusiasmar com essa pequena amostra de programação para a Lower Manhattan, o negócio é se hospedar por lá também. O Cosmopolitan, que todo mundo conhece, está em obras embora continue ativo. Mas vale também conferir o Gild Hall, na 15 Gold Street. O hotel pertence à cadeia Thompson, o que já é uma recomendação. Mas melhor ainda é o preço, que pode chegar a $ 179.00 nos fins de semana.

Então é isso: a próxima vez que você baixar em New York, talvez valha a pena dedicar um pouco mais de tempo à Baixa Manhattan.

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Whaddahell?

A lista é longa. Cito as principais: St. Patrick’s Cathedral, Trinity Church , Cathedral of St. John the Divine, Riverside Church, Mahayana Buddhist Temple, Central Synagogue, Saint Thomas Church , St. Bartholomew’s Church, Park East Synagogue, Church of Transfiguration, Cathedral of Saint Nicholas, Abyssinian Baptist Church, Eldridge Street Synagogue, Grace Church, Bialystoker Synagogue, Mosque of Islamic Brotherhood, etc, etc, etc.

Resumindo: New York tem aproximadamente 6.000 dos assim chamados places of worship. Desse total, 2.500 são igrejas de culto católico e protestante. Aproximadamente 1.000 são sinagogas. Mesquitas contam-se em torno de 100. Além de centenas de templos quakers, ortodoxos, budistas, indianos e, de novo, etc, etc, etc.

Não é pouca coisa, certo? Mas, apesar de tudo isso, em uma semana a cidade pegou a rebarba de um terremoto e agora tem o Irene pela frente. O que concluir de tudo isso? Na minha santa (ui!) ignorância, a única coisa que consigo pensar é a seguinte: places de worship a cidade tem bastante; o que talvez esteja faltando seja o worship propriamente dito.

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Do you speak chinenglish?

Maior barraco no Queens. Há uma autoridade lá querendo obrigar que todas as placas de lojas, restaurantes, etc, sejam em inglês ou que pelo menos contenham a versão em inglês.

Como são mais de 120 línguas no bairro (sim, vou repetir: mais de 120 línguas!) o argumento do rapaz acaba fazendo um pouco de sentido. Segundo ele, se a galera não se comunicar em inglês, vai se comunicar como? Cada um falando seu idioma?

E o pior é que a autoridade em questão também é imigrante: portanto, insuspeita para estar propondo a medida. Como eu não sei o que vai dar, avanço aqui algumas sugestões para os restaurantes brasileiros que também pululam na área: One, Two, Bean & Rice (esse foi fácil); Cowboy Bean (Feijão Tropeiro); Gaucho All You Can Eat (Rodízio Gaúcho); Varied Commercial (Comercial Variado); e por aí afora.

Agora falando sério: sou totalmente a favor da diversidade, mas desde que não impeça a integração. Um bairro com 120 línguas é uma coisa fascinante, mas que tal aprendermos a língua do país onde o bairro fica?

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Blogagem Coletiva – Umas tanto, outras nada. Mariana.

Arraial D'Ajuda. Foto Mariana.

Semanas atrás, numa tweeting conversation entre a Cláudia, Natalie, Carina, Patricia, Carmem e eu, surgiu a ideia de listar os lugares que cada uma considerava “viu-tá-visto”. Aí a conversa evoluiu e dedidiram fazer também uma segunda lista – com cidades ou países para onde voltariam sempre. Como a idéia parecia boa, uma comentou aqui, outra comentou ali… no fim,  a notícia se espalhou e conquistou dezenas de adeptos. Diante disso, decidiu-se fazer uma blogagem coletiva.

 

Com a palavra, a Mariana (Merel).

 

Primeiramente, agradeço à Marcie pelo espaço e gentileza e parabenizo os trips que inventaram essa brincadeira tão legal, mas tão legal, que aos 45 do 2º tempo fiquei morrendo de vontade e resolvi participar também.

Aí vão minhas eleitas! E as não-eleitas, as well.

REPETECOS

 

Minas Gerais – Vale um estado? Minas me dá vontade de visitar todo fim de semana. Quando pequena ia sempre a São Lourenço, e ano passado estive pela primeira vez em Belo Horizonte. Dois dias não foram o suficiente para curtir o tanto que eu gostaria da capital. Adorei conhecer o Mercado Central, com todas as suas gostosuras; ficar até amanhecer na pista d’A Obra, dançando clássicos dos anos 80; passar o dia naquela lindeza que é o Inhotim… e descobrir que em Minas existem muito mais tipos de biscoito de polvilho do que eu jamais poderia supor. O Inhotim por si só já seria razão para retornar muitas vezes, mas quero voltar para conhecer Tiradentes. E tenho um dia que ir ainda a Mariana (vaidades…) e à Serra da Canastra.

 

New York by Merel.

Nova York – Eu queria gostar menos dessa cidade, eu juro que eu queria, mas é mais forte do que eu. Não é meu “tipo” de lugar pra turistar não, mas Nova York me dobra, me dá uma rasteira que só ela. Porque tem muita coisa pra fazer, e você nunca sai de lá tendo feito tudo o que gostaria. E, ainda por cima, consegue ser bonita a danadinha. É uma cidade grande e bonita. Covardia.

 

Paraty. Foto Mariana.

Paraty – Pousadinha, mar, jeito de interior e cachaça. Precisa de mais alguma coisa? Fui a Paraty duas vezes, iria ainda muitas outras e faria de novo tudo o que já fiz. Acho tão bonitinha aquela cidade que tenho vontade de abrir bem os braços e tentar ver se ela cabe dentro. Gosto do jeito relaxado, um lugar de mar que não tem desfile de moda. Que se conserve assim.

 

Paris – Eu não queria conhecer Paris. Não conseguia entender o que todo mundo via naquela cidade. Que clichê! Romance, Torre Eiffel, macarrons — tédio! Mas eu fui pra Europa, e o roteiro do mochilão acabou me conduzindo pra lá, por simples conveniências de itinerário e hospedagem grátis. Logo na chegada, num entardecer de outono, vi o Sena e todos aqueles tons de azul-petróleo… e chorei. Ponto pra Paris. Preciso voltar porque não comi macarrons. Não só por isso, claro. Pelos croissants também.

 

Bahia – Vale um estado, de novo? Posso repetir tudo que falei de Minas, colocando um pouquinho de dendê. A Bahia me parece inesgotável e as duas vezes em que estive lá senti uma felicidade tão grande que me pego aqui rindo, só de relembrar. Acho que o único outro lugar que me fez chorar quando cheguei, além do Sena, foi o Quadrado.

 

 

UMA VEZ E TÁ DE BOM TAMANHO

 

Cruzeiro – Tá, cruzeiro não é lugar. Se bem que, no fundo, meio que é. Enfim. Fazer cruzeiro mais de uma vez acho que só com um bom motivo, como por exemplo o Roberto Carlos no Emoções em Alto Mar. (Estou brincando, gente. Quer dizer, talvez não esteja.)

 

Bariloche – Para quem não é aficionado por esportes na neve, uma experiência desse gênero já está mais do que suficiente, né? Fui na idade certa, com 7 anos, e me diverti muito na viagem. Mas sei que hoje em dia não me encantaria tanto quanto me encantei lá atrás.

 

Amsterdã – Não me levem a mal, eu adorei Amsterdã. Mesmo. Mas não acho que seja uma cidade que me peça para revisitá-la. A viagem coube direitinho dentro dos dias que dediquei a ela, e na verdade eu acho que me diverti tanto que talvez seja melhor guardar as memórias como elas estão.

 

Estocolmo – A cidade é linda e era um grande sonho conhecê-la. Mas achei a atmosfera pouco acolhedora e, sei lá, as cidades para mim são as suas pessoas também. Não posso dizer que me decepcionei ou não gostei da visita, mas gosto de me sentir um pouco mais bem-vinda onde vou, e isso não cabe aos prédios, aos barquinhos e nem ao smörgåsbord.

 

Participam dessa Blogagem Coletiva:

Abrindo o Bico

Agora Vai Mesmo

Aprendiz de Viajante

Área de Jogos da Dri

Big Trip

Blog da Nhatinha

Boa Viagem

Caderninho da Tia Helô

Colagem

Cristomasi

Croissant-Land

De uns tempos pra cá

De volta outra vez

Dicas e Roteiros de Viagens

Dividindo a Bagagem

Donde Ando? Por aí.

Dri Everywhere

Edu Luz

Filigrana

Flashes por Si

Guardando Memórias

Inquietos Blog

JB Travel

Jr Viajando

Liliane Ferrari

Ladyrasta

Mi Blogito

Mala de Rodinhas e Necessaire

Mauoscar

Mikix 

Olhando o Mundo

O que eu fiz nas Férias

Pela Estrada Afora

Pelo Mundo

Psiulândia

Rezinha Por aí

Rosmarino e Outros Temperos

Sair do Brasil

Sambalelê

Senzatia

Sunday Cooks

Turomaquia 

Uma malla pelo mundo

Uno en cada lugar

Viagem pelo Mundo

Viaggiando

Viajar e Pensar

Viagem e Viagens

 

 

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